Sigo catando letras que gostam de andar de mãos dadas e que se reconstroem em novas palavras... Em palavras que tem o prazer do convívio coletivo que se organizam em grupos e se potencializam em ideias, em conteúdo, em textos. Textos que se autotraduzem na forma e no conteúdo e que agora não importa mais como foram criados. Nem se são manuscritos e estão aprisionados nos cadernos de anotações, nos diários ou reproduzidos em livros; nem se são digitais e navegam livreS mundo a fora brilhando como águas vivas diante o olhar dos leitores...
O que importa é que existem e que mesmo assim não estão prontos, porque não seguem a ideia de finitude estão sempre dispostos a um novo olhar, a um desafio, a uma ideia que os complete. Marilia Schmitt Fernandes
O que importa é que existem e que mesmo assim não estão prontos, porque não seguem a ideia de finitude estão sempre dispostos a um novo olhar, a um desafio, a uma ideia que os complete. Marilia Schmitt Fernandes

